Flor para você

A Língua!

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DOMINAR E FALAR
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Religião dos Espíritos. Lição nº 86. Página 243.
Reunião pública de 04/12/1959.

Dominas o fogo, escravizando-o à lide caseira.
Burilas a pedra, arrancando-lhe obras-primas.
Conquistas os metais, neles plasmando complicadas expressões de serviço.
Amansas os animais ferozes, deles fazendo cooperadores na economia doméstica.
Disciplinas o vapor e o combustível, anulando as distâncias.
Diriges tratores pesados, transfigurando a face da gleba.
Submetes a eletricidade, e glorificas a civilização.
Retiras o veneno de serpentes temíveis, fabricando remédios.
Senhoreias a energia nuclear e começas a alterar, com ela, a fisionomia do mundo.
Controlas a velocidade, e inicias vigorosa excursão, para além do Planeta.
Entretanto, ai de nós!…
Todos trazemos leve músculo selvagem, muito distante da educação.
Com ele, forjamos guerras.
Libertamos instintos inferiores.
Destruímos lares.
Empesteamos vidas alheias.
Envilecemos o caminho dos outros.
Corrompemos o próximo.
Revolvemos o lixo moral da Terra.
Veiculamos o pessimismo.
Criamos infinitos problemas.
Injuriamos.
Criticamos.
Caluniamos.
Deprimimos.
Esse órgão minúsculo é a língua – lâmina pequenina, embainhada na boca.
Instrumento sublime, feito para louvar e instruir, ajudar e incentivar o bem, quantas vezes nos valemos dela para censurar e vergastar, perturbar e ferir!…
Governemo-la, pois, transformando-a em leme de paz e amor, no barco de nossas vidas!
E, alicerçados nas lições do Evangelho, roguemos a Deus nos inspire sempre a dizer isso ou aquilo como o próprio Jesus desejaria ter dito.
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Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
email’s: asavio921@uol.com.br; asavio@uaivip.com.br; asavio.fcvv@gmail.com; asavio13@uol.com.br;
“Tão logo apareçam, corrijamos os nossos erros considerados pequeninos, porque, sem isso, dia virá em que passaremos a aceitar os nossos grandes erros como se fossem pequeninos. “Emmanuel & Chico Xavier. Lição nº 13; Livro: Agora é o tempo.
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Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 28.189 dias.
Obrigado Senhor!
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Prece

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Prece para Jesus, o Cristo de Deus!
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Senhor Jesus!
Estou agradecendo à cada uma das Estrelas que iluminam a minha Vida!
Abençoe-nos, Senhor!
Assim Seja!
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Amigo(as) visitante, salve!
Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 28.189 dias.
Obrigado Senhor!
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Amigos Visitantes

Prece

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Prece para Jesus, o Cristo de Deus
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Senhor Jesus!
Fraternidade o Cristo espera/encontrar-te em serviço na extinção da fome/transforma o inverno em linda primavera/construindo o mundo que leva teu nome.
Espírito José Grosso.
Assim Seja, Senhor!
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Amigo(a) visitante, salve!
Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 28.188 dias.
Obrigado Senhor!
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Prece

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Prece para Jesus, o Cristo de Deus
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Senhor Jesus, o Cristo!
Ajude-nos na construção da Paz, Senhor!
Assim Seja!
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Amigo Visitante, salve!
Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 28.187 dias.
Obrigado Senhor!
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Evangelho no Lar


Acervo do Leal

O TEMPO DO SENHOR


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O TEMPO DO SENHOR
Pelo Espírito Irmão X. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Senda para Deus. Lição nº 05. Página 27.

No lar dos apóstolos em Jerusalém, era Tiago, filho de Alfeu, o mais intransigente cultor dos princípios de Moisés, entre os seguidores da Boa Nova.
Passo a passo, referia-se à alegação do Cristo: “eu não vim destruir a Lei…” e encastelava-se em severa defesa do moisaísmo, embora sustentasse fervorosa lealdade à prática do Evangelho.
Não vacilava em estender braços generosos aos irmãos infelizes que lhe recorressem aos préstimos; contudo, reclamava estrita obediência à pureza dos alimentos, às posturas do hábito, às festas tradicionais e à circuncisão.
Mas, de todos os preceitos, detinha-se particularmente na consagração do chamado “Dia do Senhor”.
Para isso, compelia todos os companheiros ao estudo e à meditação, à prece e ao silêncio, cada vez que o sábado nascesse, conquanto fossem adiados importantes serviços de assistência e socorro aos necessitados e enfermos que lhes batiam à porta.
Dominado de zelo, o apóstolo notara a ausência de Zorobatan ben Assef das orações do culto, com manifesto pesar.
Zorobatan, o vendedor de lentilhas, fora-lhe colega de infância na Galiléia, no entanto, desde muito vivia nos arredores da grande cidade, viúvo e sem filhos, prestando desinteressado auxílio ao movimento apostólico.
Amanhava pequeno campo e negociava os produtos colhidos, depondo a maior parte dos lucros na bolsa de Simão Pedro, para as garantias da casa; entretanto, se vinha à instituição; suarento e cansado nas horas de trabalho exaustivo; era ele, nos instantes da prece, o faltoso renitente.
Varias vezes Tiago mandara portadores adverti-lo, mas porque a situação se mostrasse inalterada por mais de seis meses, o deliberou próprio repreendê-lo, em pessoa, no ambiente rural.
Sobraçando grande rolo com apontamentos do Pentateuco, junto de André, o fiel defensor da Lei, na ensolarada manhã de um sábado de estio, varava trilhas secas e poeirentas, em animada conversação.
A certo trecho, falou-lhe o companheiro, sensato:
– Consideras, então, que um crente sincero, qual Zorobatan, seja passível de reprimenda simplesmente porque não nos partilhe as assembléias?
– Não tanto por isso – volveu Tiago, dando ênfase aos conceitos. – Ele não apenas nos esquece o refúgio, mas também foge de respeitar o terceiro mandamento.
Empregados e vizinhos do seu campo avisam-lhe, cada semana, que ele passa os sábados inteiros em atividade intensiva, recebendo auxiliares adventícios, que lhe revolvem os celeiros e as terras.
E o diálogo continuou:
– Não se trata, porém, de abnegado amigo das boas obras?
– Sem dúvida. E creio igualmente que a fé sem obras é morta em si mesma; contudo, a Lei determina que seja santificado o tempo do Senhor.
– E o próprio Jesus? Não curou nos dias de sábado?
– Não podemos discutir os desígnios do Mestre, de vez que a nós cabe reverenciá-los tão somente…
Se ele mesmo lia os Sagrados Escritos nas sinagogas, nos dias de repouso, ensinando-nos a orar, não vejo como desmerecer as veneráveis prescrições.
André solicitou alguns instantes e voltou a observar:
– Se uma de nossas crianças caísse no poço, em dia de sábado, não deveríamos salvá-la?
– Sim – concordou Tiago – mas nos sábados subsequentes, ser-nos-ia obrigação prender todas as crianças em recinto adequado, para que a impropriedade não se repetisse.
– E se fosse um animal de trabalho, um burro prestimoso, por exemplo, que viesse a tombar em cisterna profunda? Seria lícito deixá-lo morrer à míngua de todo amparo, porque o desastre ocorresse num dia determinado para o descanso?
– Não exitaria em socorrer o burro – disse o interlocutor, solene – mas vendê-lo-ia, de imediato, para que não voltasse a ocasionar transtorno semelhante.
Nesse ponto do entendimento, a pequena cada de Zorobatan surgiu à vista.
No átrio limpo e singelo, erguia-se mesa tosca e, junto à mesa, magras mulheres lavavam pratos de madeira.
Velhos doentes arrastavam-se em torno, enquanto meninos esquálidos traziam frutos, do depósito de provisões.
Apesar da pobreza em derredor, todos os semblantes irradiavam alegria.
À curta distância, Tiago viu Zorobatan que vinha do interior, carregando enorme vasilha fumegante.
Surpreendido, escutou-lhe a palavra, chamando os presentes para a sopa que oferecia gratuita, ao mesmo tempo em que tornava à cozinha para buscar nova remessa.
Sentaram-se todos os circunstantes, nos quais o apóstolo anotou a presença de aleijados e enfermos, viúvas e órfãos, que ele próprio já conhecia desde muito.
Aproximou-se, no entanto, da porta e esperava que o amigo regressasse ao pátio, de modo a exprimir-lhe a desaprovação que lhe rugia nalma, quando viu Zorobatan sair da intimidade doméstica, arfando de fadiga, ao peso de recipiente maior.
Desta vez, porém, um homem de olhar brando vinha, junto dele, apoiando-lhe as mãos calosas, para que o precioso conteúdo não se perdesse.
O visitante, irritado, dispunha-se a levantar a voz, quando reconheceu no ajudante desconhecido o próprio Cristo que ele, só ele Tiago, conseguiu ver…
– Mestre!… – exclamou entre perplexo e constrangido.
– Sim, Tiago – respondeu Jesus sem se alterar -, agradeço as preces com que me honram, mas devo estar pessoalmente com todos aqueles que auxiliam os nossos irmãos por amor de meu nome…
Com grande assombro para André, o velho apóstolo, em pranto mudo, largou o rolo da Lei sobre um montão de calhaus superpostos, segurou também a panela e começou a servir.
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Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
email’s: asavio921@uol.com.br; asavio@uaivip.com.br; asavio.fcvv@gmail.com; asavio13@uol.com.br;
“Tão logo apareçam, corrijamos os nossos erros considerados pequeninos, porque, sem isso, dia virá em que passaremos a aceitar os nossos grandes erros como se fossem pequeninos. “Emmanuel & Chico Xavier. Lição nº 13; Livro: Agora é o tempo.
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Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 28.185 dias.
Obrigado Senhor!
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Prece

Joanna de Ângelis


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SACA TEXTO 19SET17
Espírito Joanna de Ângelis, na obra “Plenitude”, psicografia de Divaldo Franco.

“O engano de considerar-se invencível, superior, provando o desconhecimento da fragilidade e da impermanência do conjunto que o constitui, especialmente de seu corpo, faculta, ao ser, prazer mentiroso, que o desperta sob grande sofrimento. Ninguém escapa às conjunturas que constituem a vida. Programada de forma a educar e fortalecer, seus aprendizes não a podem burlar indefinidamente. Enfrentar as vicissitudes e superar os valores indicativos de prosperidade, de prazer injustificável, eis como poupar-se ao sofrimento. É certo que um número significativo de prazeres se apresenta, sem riscos de converter-se em fator afligente. O sofrimento, portanto, quando se tem dele consciência, é facilmente evitável.”

Prece

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Prece para Jesus, o Cristo de Deus
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Louvado seja Jesus, o Cristo de Deus!
Abençoados sejam os Anjos do Senhor!
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Drogas! (23/out/2014)
Álcool Cocaína Cola de sapateiro Crack Degradação moral Drogas psicotrópicas Drogas ilícitas Drogas lícitas Maconha Miséria Afetiva
Narcotráfico Oxi Refino US$500 bilhões.
Saiba mais: http://wv8.com.br/comkardec.com/2014/10/23/drogas-8/
Sejamos Abençoados!
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Amigo visitante, salve!
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Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 28.184 dias.
Obrigado Senhor!
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Santuario Baselga di Pine ‘ (Trento)

Queridos Amigos!