Antonio Roberto

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20130307_Antonio_Roberto
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Amigo Antonio Roberto
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O tempo tem a linda capacidade de fazer revelações.
Faz uma lapidação, vai mostrando o que realmente somos.
Olhando na sua linha do tempo vemos uma grande quantidade de lindas e luminosas realizações em prol de muitos.

Somos amigos há muitos anos.
Assim sendo, eu e a minha Família somos testemunhas do realizado.
Uma das suas grandes realizações: a sua Linda Família, constituída e mantida com muito Amor.

Antonio Roberto, aceite de cada um de nós o abraço fraterno.
Rogamos a Jesus para que continue Iluminando o seu Caminho.
Fraternalmente,
Leal e Família – seus amigos
Salve 07mar2013!

Amigos Fraternos

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Amigos Fraternos

Estou Agradecendo a cada um de vocês por sua importante Presença na minha Vida.
Com cada um de vocês, tenho aprendido muito… ao longo do tempo.
Eu os considero meus Professores Permanentes.
Sua Contribuição Espiritual em muito me ajuda no Equilíbrio Interior.
Seja, cada um de vocês, Abençoado, hoje e sempre.
Que a Luz do Divino Mestre Jesus seja mantida sobre seus lindos Corações.
Fratenalmente,
Leal – seu aluno
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Preconceitos

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PRECONCEITOS

Todo preconceito é um erro de visão. É uma distorção visual com relação ao mundo.
Não existe ninguém igual a outro, cada um de nós é único e diferente das demais pessoas. Essa diferença e singularidade vão-se manifestar na cor da pele, no tipo físico, na condição social, na escolha religiosa, na opção sexual, na nacionalidade, etc.

Esse é um lado da questão. Existe outro. Embora desiguais, somos profundamente semelhantes aos outros. Pelo fato de sermos gente e pertencermos à família humana, no essencial nos assemelhamos.

O branco não é o contrário do preto, assim como mulher não é o contrário do homem.
As pequenas diferenças entre os seres não nos dão o direito de colocá-los em campos opostos, como inimigos e competidores.

O preconceito é fruto de focarmos exageradamente as diferenças, esquecendo-nos da semelhança humana que nos faz partícipes da mesma festa da vida. Antes que negro, que mulher, que homossexual, que rico, que jovem, que mulçumano, somos gente.

Há dois erros lógicos na postura preconceituosa.

Primeiro, enfatizamos o secundário, o periférico em detrimento do essencial. Por que enxergar a Maria Alice e defini-la como “preta” se, no essencial, ela possui um corpo com mesma beleza e funções de qualquer ser humano?

Outro erro na maneira de pensar preconceituosamente é a generalização. Situamos o outro dentro de uma classe ou categoria(pré concebemos uma suposta personalidade) e perdemos contato com aquela pessoa específica. Assim não nos relacionamos com Maria, Vicente, Jacó e Pedro, mas com o velho, o judeu, o estrangeiro, o pobre ou o rico, e ao generalizarmos, atribuímos àquelas pessoas todas as características que fantasiamos a respeito de sua categoria: “todos os homens são iguais”, “todos os velhos são bons”, “ os brasileiros são criativos”, “os mulçumanos são terroristas”, “os políticos são desonestos”.

A discriminação de uma raça, da mulher, do homossexual ou qualquer outra serve a um propósito: Compensar o sentimento de inferioridade daquele que discrimina. Para nos sentirmos superiores, elegemos no outro uma diferença que, na nossa maneira míope de enxergar, o coloca em situação inferior a nós.

Elevado ao extremo, nosso ímpeto dominador e arrogante face aos “inferiores” nos conduz à hostilidade, e até à tentativa de destruir o outro na sua diferença secundária.

Historicamente, temos um exemplo disso nas suas piores conseqüências. Hittler, do alto de sua inferioridade, exterminou milhões de judeus.

Todo preconceito é insano e cruel e é a negação do amor na relação com o outro.
A diferença é bonita, ela institui o direito de cada pessoa ser ela mesma.

A diversidade enriquece a vida e amplia o mundo.

Admiramos a quantidade de flores diferentes, de distintos animais e não conseguimos ter o mesmo olhar para a grande maravilha da natureza: O SER HUMANO.

Sonhamos com um mundo padronizado, onde todas as pessoas devam ser feitas à nossa imagem e semelhança. Tememos o diferente, o estranho, o esquisito, o “anormal”.

E como o preconceito é cultural, até mesmo as pessoas objeto da discriminação também internalizaram o preconceito.

A sensação de superioridade ou de inferioridade é mental. É fruto de uma comparação. Se cada pessoa é única, completa em si mesma, como pode haver superiores e inferiores?

Contemplar a semelhança humana, admirando as diferenças individuais é a única forma de nos aproximarmos uns dos outros e de nos encaminharmos para o amor, o afeto e o respeito.

Preconceito é uma doença emocional provocada por uma forma inadequada de ver o outro.
Texto de Antônio Roberto

Lar do Caminho, um Grupo Espírita no Alto da Serra
Grupo de Estudo do Comporatanto Homano
Responsável:
Sergio R. Goldstein
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Desconfiança

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Desconfiança

A desconfiança é um estado de medo, de insegurança e, portanto, de defesa. É o medo de ser magoado, desprezado e ser destruído pelas outras pessoas.

Quando se fala que a confiança é fundamental em um relacionamento, é verdade. Sem ela a relação se deteriora e resvala para o sofrimento. E isso por um motivo simples.

Quando estamos no mundo da desconfiança, nós nos armamos com uma série de comportamentos para nos defendermos das ameaças que os outros representam para nós. Tornamo-nos possessivos, controladores e agressivos e tratamos a pessoas de quem desconfiamos como inimigo, ainda que essa pessoa seja a esposa, o marido, o filho, os pais ou amigos.

O ciúme é a manifestação mais comum da desconfiança. Essa é a razão pela qual o ciúme destrói os relacionamentos ditos amorosos. O ciumento se defende do medo, atacando com gestos ou com palavras, a pessoa que ele diz amar. No grau máximo, o ciumento pode até matar fisicamente a pessoa que representa a possibilidade de sua dor psicológica: o abandono.

Antigamente, falava-se absurdamente, que alguém matou uma pessoa “por amor”. Essa expressão só se tornou possível pela confusão que, até hoje fazemos, entre ciúme e amor. Na verdade, são opostos. A desconfiança é o contrário do amor. É medo. E quando estamos com medo, nosso coração se fecha para a intimidade, a ternura, a aproximação do outro.

Mas porque somos tão desconfiados?
Primeiramente porque a sociedade nos treinou para a desconfiança. Fomos criados, em geral, através do medo, da ameaça, dos castigos.

As crianças confiam nas outras crianças mas temem os adultos que, em nome da educação, provocam nelas muito sofrimento desnecessário. A literatura sobre educação de filhos insiste na necessidade de se criar para as crianças pequenas um clima de afeto, confiança e segurança.

A confiança nas outras pessoas só é possível se você confiar em si próprio, se você confia em você mesmo poderá confiar nos outros.

Uma criança constantemente criticada, menosprezada e desqualificada aprende a não confiar em si própria e mais tarde sofrerá do mesmo problema que o leitor acima. Dois caminhos são necessários para que possamos sair da desconfiança crônica.

A auto-aceitação e o auto-amor. Quando a gente se aceita, incondicionalmente, incluindo todas as nossas fraquezas humanas, a gente aceita as outras pessoas e a vida. Quando nós nos rejeitamos através da culpa e da contínua autocensura, rejeitamos a vida e as outras pessoas.

O auto-amor ou a auto-estima são decorrência da auto-aceitação.

Um outro obstáculo à confiança é o próprio conceito que temos desse sentimento. A maioria de nós imagina que confiar em alguém é ter certeza de que essa pessoa não vai nos prejudicar. Dentro desse conceito, é impossível confiar em alguém. Jamais podemos ter certeza do comportamento futuro de uma pessoa que, por definição é livre, é imprevisível. Essa confiança controladora do amanhã do outro é a confiança dos desconfiados. Se a desconfiança é medo, é tensão, é defensividade a confiança é um estado de relaxamento, é soltura, é serenidade no momento presente, apesar de todas as possibilidades catastróficas do amanhã. É não se preocupar com o que pode acontecer e viver intensamente o que está acontecendo no momento presente.

A confiança não depende da outra pessoa e sim da abertura do nosso coração à vida, aos acontecimentos sejam eles quais forem.

A pessoa desconfiada está dividida entre o momento presente e a vivência do amanhã. Desconfiança, ansiedade, preocupação são sinônimos. A cada dia o seu cuidado, dizia o sábio rei Salomão. A desconfiança é o medo do que pode nos acontecer amanhã e a tentativa de controlar o futuro das outras pessoas. A confiança é entregar a vida a ela própria, é entregar a Deus a gestão do mundo e, com humildade, aprendermos a viver o momento presente, o nosso e das pessoas que nos rodeiam. Deixemos para sofrer quando o ruim acontecer. A desconfiança é sofrer por antecipação.

Antônio Roberto
Grupo de Estudos do Comportamento – “Lar do Caminho”
Campos do Jordão-SP
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Colaboração:
Sérgio Goldstein
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Antonio Roberto

FATO VERÍDICO DE CHICO XAVIER ….DIVALDO F. FRANCO

‘Não existe inverno no reino da esperança.’

O mais bonito, não eram apenas as visitas que o Chico fazia com os grupos, mas aquelas anônimas que ele realizava pela madrugada, quando saía sozinho para levar seu conforto moral à famílias doentes, a pessoas moribundas, às vezes acompanhado por um amigo para assessorá-lo, ajudá-lo, pois já portava alguns problemas de saúde, mas sem que ninguém o soubesse.

Ali estava a maior antena paranormal da humanidade nos últimos séculos, apagando este potencial para chorar com um família que tinha fome. Ele contou-me que tinha o hábito, em Pedro Leopoldo, de visitar pessoas que ficavam embaixo de uma velha ponte numa estrada abandonada, e que ruíra. Iam ele, sua irmã Luiza e mais duas ou três pessoas muito pobres de sua comunidade.

À medida que eles aumentavam a freqüência de visitas, os necessitados foram se avolumando, e mal conseguiam víveres para o grupo, pois que os seus salários eram insuficientes, e todos eram pessoas de escassos recursos. O esposo de Luíza, que era fiscal da prefeitura, recolhia, quando nas feiras-livres havia excedente, legumes e outros alimentos, e que eram doados para distribuir anonimamente, nos sábados, à noite, aos necessitados da ponte.

Houve, porém, um dia em que ele, Luíza e suas auxiliares não tinham absolutamente nada; decidiu-se então, não irem, pois aquela gente estava com fome e nada teriam para oferecer.

Eles também estavam vivendo com extremas dificuldades. Foi quando apareceu-lhe o espírito do Dr. Bezerra de Menezes, que sugeriu colocassem algumas bilhas com água, que ele iriam magnetizá-las para ser distribuída, havendo, ao menos, alguma coisa para dar.

Ele assim o fez, e o benfeitor, utilizando-se do seu ectoplasma bem como o das demais pessoas presentes, fluidificou o líquido. Esse adquiriu um suave perfume, e então o Chico tomou as moringas e, com suas amigas, após a reunião convencional do sábado, dirigiram-se à ponte.

Quando lá chegaram encontraram umas 200 pessoas, entre crianças, adultos, enfermos em geral, pessoas com graves problemas espirituais, necessitados. ‘Lá vem o Chico, dona Luíza’ – gritaram e ele, constrangido e angustiado, por ter levado apenas água (o povo nem sabia o que seria água magnetizada, fluidificada), pretendeu explicar a ocorrência. Levantou-se e falou: – ‘Meus irmãos, hoje nós não temos nada’ – e narrou a dificuldade. As pessoas ficaram logo ofendidas, tomando atitudes de desrespeito, e ele começou a chorar.

Neste momento, uma das assistidas levantou-se e disse: ‘ – Alto lá! Este homem e estas mulheres vêm sempre aqui nos ajudar, e hoje, que eles não têm nada para nos dar, cabe-nos dar-lhes alguma coisa. Vamos dar-lhes a nossa alegria, vamos cantar, vamos agradecer a Deus.’

Enquanto ela estava dizendo isso, apareceu um caminhão carregado, e alguém, lá de dentro, interrogou: – ‘quem é Chico Xavier?’ Quando ele atendeu, o motorista perguntou se ele se lembrava de um certo Dr. Fulano de Tal? Chico recordava-se de um certo senhor de grandes posses materiais que vivia em São Paulo, que um ano antes estivera em Pedro Leopoldo, e lhe contara o drama de que era objecto.

Seu filho querido desencarnara, ele e a esposa estavam desesperados – ainda não havia o denominado Correio de Luz, eram comunicações mais esporádicas – e Chico compadeceu-se muito da angústia do casal. Durante a reunião, o filhinho veio trazido pelo Dr. Bezerra de Menezes e escreveu uma consoladora mensagem.

Então o cavalheiro disse-lhe: ‘- Um dia, Chico, eu hei de retribuir-lhe de alguma forma. Mas como é que meu filho deu esta comunicação?’ Chico explicou-lhe: ‘ – É natural esse fenômeno, graças ao venerando Espírito Dr. Bezerra de Menezes, que trouxe o jovem desencarnado para este fim’, e deu-lhe uma idéia muito rápida do que eram as comunicações mediúnicas.

O casal ficou muito grato ao Dr. Bezerra de Menezes, e repetiu que um dia haveria de retribuir a graça recebida. Foi quando o motorista lhe narrou: – ‘Estou trazendo este caminhão de alimentos mandado pelo Sr. Fulano de Tal, que me deu o endereço do Centro onde deveria entregar a carga, mas tive um problema na estrada, e atrasei-me; quando cheguei, estava tudo fechado.

Olhei para os lados e apareceu-me um senhor de idade com barbas brancas, e perguntou o que eu desejava. ‘ – Estou procurando o Sr. Chico Xavier’ – respondi. ‘ – Pois olhe: dobre ali, vá até uma ponte caída, e diga que fui eu quem o orientou’ – respondeu-me. ‘ – E qual o seu nome?’ – indaguei, e ele respondeu ‘ – Bezerra de Menezes’.’ `·.¸¸¸¸.·´¯**¯`·.¸¸¸¸.·´¯**¯`·.¸¸·´¯**¯`·.¸¸.·´

‘Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação!’ `·.¸¸¸¸.·´¯**¯`·.¸¸¸¸.·´¯**¯`·.¸¸·´¯**¯`·.¸¸.·´

Muita PAZ

Colaboração:
Antonio Roberto Vieira
São Paulo-SP
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